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O Diário De Uma Estudante

Um pequeno blog onde posto sobre as lutas diárias de uma estudante universitária a tirar a licenciatura de matemática

O Diário De Uma Estudante

Um pequeno blog onde posto sobre as lutas diárias de uma estudante universitária a tirar a licenciatura de matemática

Ele vai-se embora

Boa tarde. Ou será?

Esta manhã, antes de ir trabalhar, escrevi um post sobre várias coisas, uma das quais um rapaz a quem chamei P.
Se não leram o post anterior, isto pode soar confuso, mas deixo à vossa escolha se lêm ou não.

Cheguei ao trabalho, com vontade de o ver. Vi uma bicicleta à porta do pingo-doce, e achei que fosse dele. No entanto, só chegou 2 ou 3 horas mais tarde. Não o consegui ver durante assim tanto tempo.

Decidi ser honesta comigo mesma. Após aquele post que foi basicamente um vomitado de emoções (peço desde já desculpa pela imagem), pensei bastante nesse rapaz, e se eu realmente sentiria alguma coisa mais que interesse.

Cheguei à conclusão de que sim, de facto sinto alguma coisa por ele. É o que a juventude (sim porque eu sou bastante velha) de hoje em dia chama uma "crush". Não o conheço bem o suficiente para dizer que gosto dele, sei o nome dele e o curso em que anda. Sei também que vem todos os dias de bicicleta para o trabalho, e sei que quer fazer uma tatuagem. 

Sei também... que se vai embora.

Muita gente das caixas se tem ido embora, não sei porque razão específica, mas é verdade. Hoje esse assunto surgiu numa conversa entre mim, o P, e um outro rapaz das caixas. O P perguntou-me quem é que se tinha ido embora (não lhe foi dito, portanto, que as pessoas se estavam a ir embora) e eu dei-lhe os nomes das 3 pessoas que se tinham despedido...

Ele olhou para mim, a rir, e perguntou-me "Sabes quem é o próximo?". 
Eu não faço nem ideia da cara que eu devo ter feito. Fiquei extremamente confusa, não têm noção. Perguntei-lhe se estava a falar a sério e ele, ainda a rir, disse que sim.

Portanto... eu finalmente aceito que talvez sinta alguma coisa por ele, aceito o facto de "nós" nunca ir acontecer, mas pelo menos posso vê-lo aos fins de semana... até que já não posso.

Às vezes pergunto-me se o Mundo estará realmente contra mim. Porque neste momento parece que sim, pouco ou nada está a correr bem.

Mood Swings

Ontem tive uma ideia para um post e fiquei um tanto entusiasmada com ela. No entanto, passados uns bons minutos, algo de "triste" aconteceu-me, o que me deixou extremamente confusa e preocupada.

Não é surpresa que ultimamente ando estranha, no sentido em que agora estou bem e daqui a pouco acontece alguma coisa que me põe a pensar, e pronto já não estou bem.

Isto é algo sobre o qual nunca falei aqui, mas antes eu tinha um grande problema com relacionamentos. Não da forma que podem pensar! Andava sempre à procura de um, percebem? Os poucos que tinha até duravam, mas quando acabavam eu começava logo à procura de outro.

O ano passado disse-me a mim mesma que tinha de parar de fazer isso, que não é saudável, que quanto mais procuras menos encontras, e foi isso que fiz. Nem nunca pensei mais nisso, deixei as coisas fluirem. Se encontrei resultados? Nem por isso, mas ao menos sei que já não sou obcecada com isso.

Quando comecei a trabalhar no pingo-doce, conheci um rapaz, talvez 2/3 anos mais velho que eu, e começou tudo a descambar. Não voltei ao ponto que estava, mas sem dúvida que voltei a pensar nisso. Vamos chamar-lhe.... P.

O P é extremamente engraçado, gosta de se meter com as pessoas (eu não sendo exceção). Visualmente, também é bastante agradável (isto sou eu a tentar encontrar uma maneira de dizer que ele é giro mas de forma a não soar a uma miuda de 15 anos), e, pelo que percebi, também é bastante inteligente.

Nós metemos-nos um com o outro várias vezes, ele inclusivé está sempre a "gozar" comigo por causa da minha tatuagem. É claro que eu fico vermelha que nem um tomate sempre que falamos mas deep down estou só a rezar que ele não repare xD

Agora, por causa da escola, só o vejo aos fins de semana visto que ele, também por causa da escola, não trabalha lá durante a semana. Ontem (sábado) ele também estava lá, e foi um dia bastante normal (sem contar com o facto de aquilo estar a abarrotar com pessoas).

Ele meteu-se comigo uma ou duas vezes, como é costume. No entanto, quando me tentei meter com ele, ou pelo menos falar com ele (perguntei-lhe se tinha coisas para arrumar, como podem ver o meu flirt game sucks), e ele respondeu-me de uma forma tão seca.. Já aconteceu antes, e de todas as vezes fiquei à toa.

Antes de ter ido falar com ele, estava extremamente contente, já tinha pensado neste post (ou num parecido, obviamente) e faltava pouco tempo para sair. No entanto, depois de isso acontecer, voltei para a minha caixa, e lá começou o meu cérebro a embirrar comigo.

Coisas como "Ele nunca vai gostar de ti, don't even bother" e "Ele só fala contigo para passar o tempo" passaram pela minha cabeça várias vezes, e passado um bocado parecia que já nem me conseguia concentrar. Isto foi mais longe, quando tudo em que conseguia pensar era: vais morrer sozinha. Os teus poucos amigos só falam contigo se falares com eles primeiro, não consegues arranjar ninguém que goste da tua companhia. Passado pouco tempo, toda a gente te vai deixar e não vais ter mais ninguém com quem falar. (rimou ha).

A moral da história é, pensar em coisas básicas acaba por me levar para estes temas, e isso faz com que eu passe de feliz a confusa e triste em coisa de minutos.

Desculpem lá o post enorme, precisava mesmo de desabafar...

Perigos na Estrada

Antes de iniciar a minha vida como condutora, nunca pensei que as pessoas fossem tão parvas e despreocupadas.

Tenho a carta à coisa de um mês, e já vi coisas que me fizeram querer mandar algumas pessoas tirar a carta de novo. Desde atravessarem-se à minha frente numa rotunda, eles a entrar e eu a querer sair (eu tinha prioridade, portante) a quase haver um acidente GRAVE literalmente à minha frente na IC19 porque dois carros queriam passar para a mesma faixa, a que eu ia, e iam nas faixas ao lado, e mudaram para a minha faixa ao mesmo tempo. Depois começaram a travar e a buzinar e a insultar-se. E eu ali, na faixa, a travar pela minha vida.

Gente, eu percebo, vocês têm experiência a conduzir, mas não é por isso que devem andar despreocupados. Qualquer dia aparece-vos um maluco à frente e vocês, que vão descontraídos, acabam por sofrer quando não têm culpa (parcialmente).

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